domingo, novembro 22, 2009

Quem sou eu afinal?


Há um provérbio popular que, nos últimos tempos, não me tem saído da cabeça. “Dá Deus nozes a quem não tem dentes” Volta meia volta, lá me vem o provérbio popular como forma de me fazer calar aquilo que sinto cá dentro: dor, raiva e revolta de não ter uma oportunidade de dar o meu melhor.

Mas tenho aprendido que cada um se deve contentar com a sorte que tem. Se alguns nasceram em berço de ouro e com a vida talhada para o sucesso, outros há que por muito que lutem nunca hão-de lá chegar. Eu acho que estou nesta última categoria e não vale a pena torturar-me e tentar que as coisas sejam diferentes porque nada vai mudar.
Deus também prega a partida de dar dentes a quem nunca terá nozes. Essa é que é essa. E como as coisas são mesmo assim e terminam todas da mesma forma, não vale a pena perder muito tempo a pensar nisso. Mas não posso dizer que não dói....

2 comentários:

Confrade Mor disse...

Acho muito mais lógico um provérbio positivo. Deixa cá ver... olha olha!! "Se a vida te virar as costas, dá-lhe um apalpão no cú!"

Sílvia Diana Costa disse...

lol ... também não está mal :0)